Da Redação
SÃO PAULO – No final da manhã desta quarta-feira (27), um Passarinho pousou na janela da Redação. E, pelo bater frenético das asas, a novidade não era apenas picante; era radioativa.
Segundo o bípede emplumado, uma operadora de peso resolveu passar a lupa do compliance em seus processos. O que era para ser uma auditoria interna acabou abrindo uma verdadeira caixa de Pandora. O nível das descobertas? Já se fala abertamente nos corredores sobre a iminência de um B.O. e suas indigestas consequências jurídicas.
O Passarinho cantou que a “poeira” acumulada sobre a mesa de certa gerência estava tão densa que cegaria qualquer auditoria menos atenta. O modus operandi da suposta irregularidade seria uma espécie de guilhotina seletiva; ou seja, o(a) tal gerente “derrubava” propostas legítimas no sistema apenas para direcionar o fluxo e beneficiar os corretores de sua própria “panelinha”. Uma verdadeira reserva de mercado interna, operando nas sombras da esteira de vendas.
Se a melodia desse Passarinho for mesmo afinada, é bom preparar a timeline. Muito em breve, o algoritmo do LinkedIn será inundado por aquelas clássicas fotos de crachá em preto e branco, acompanhadas do já manjado verniz corporativo: “Hoje se encerra mais um ciclo…”




Uma resposta
sem nome aos bois é apenas um boato
o senhor era muito melhor quando era apenas um curioso entusiasta