Por que o custo da saúde empresarial não precisa ser uma caixa-preta 

Enquanto operadoras tradicionais chegaram a uma média de 16,5% no ciclo atual, Alice mantém 11,20% pelo segundo ano consecutivo, com variação máxima de 2,86 pontos percentuais na série

Por Gabriela Vasconcelos

SÃO PAULO — As operadoras do país fecharam o ciclo atual com reajuste médio de 16,5% nos planos empresariais, calculados com base no VCMH, índice divulgado apenas ao final do ciclo. Para a maioria dos empresários brasileiros, isso significa receber uma conta sem aviso e sem argumento de defesa. A Alice, plano de saúde para empresas que tem por missão tornar o mundo mais saudável, anuncia reajuste de 11,20% para contratos com até 29 vidas – mesmo percentual de 2025, consolidando uma série de cinco anos como o reajuste mais controlado e previsível do mercado. 

Desde 2022, o componente financeiro do reajuste da Alice variou entre 10,54% e 13,40%, com amplitude máxima de 2,86 pontos percentuais, sempre ancorado no IPCA, índice oficial de inflação divulgado mensalmente pelo IBGE. O mercado utiliza o VCMH como referência financeira, índice compilado com dados do setor e divulgado apenas ao final do ciclo. Enquanto empresas em outras operadoras recebem o reajuste como uma variável definida de fora, na Alice o IPCA é acompanhado mês a mês: o empresário sabe onde está antes da carta chegar.  

“Reajuste controlado é consequência de cuidado bem feito. Quando o membro recebe atenção no momento certo, pelo canal certo, o custo não escapa. Cinco anos de série histórica mostram que esse modelo funciona e não há como fingir esse resultado”, explica Pedro Rodrigues, CRO da Alice. A companhia tem 90 mil membros, retenção de 98% dos contratos empresariais e projeta superar R$ 1 bilhão de receita ainda em 2026.

O que sustenta a série é o modelo da operadora: atenção primária com Médico de Família e Comunidade, coordenação do cuidado e tecnologia que integra dados clínicos em tempo real. Cada membro tem um profissional responsável por acompanhar sua saúde ao longo do tempo, coordenando especialistas quando necessário e resolvendo a maior parte das questões antes que se tornem questões mais complexas. É essa lógica que mantém a curva de reajuste estável enquanto o setor oscila. 

Para o canal de corretores, o contexto de mercado torna o histórico ainda mais estratégico. “O mercado passou por um ciclo duro. Operadoras que entraram com preço artificial precisaram corrigir depois e o corretor ficou no meio dessa conta. Apresentar uma série de cinco anos com dado público e estável muda o tipo de parceria. Isso é construir confiança com quem vai renovar e só é possível quando o produto tem consistência para defender”, conclui Rodrigues.

O que você achou disso?

Clique nas estrelas

Média da classificação 5 / 5. Número de votos: 1

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este post.

Compartilhar

Facebook
LinkedIn
Email