Hapvida inaugura novo Centro de Pesquisa Clínica e reforça aposta na inovação em saúde

Espaço de excelência dedicado ao desenvolvimento científico amplia sua capacidade operacional para atrair novos estudos clínicos patrocinados pela indústria farmacêutica

Por NotreDame Saúde

SÃO PAULO – A Hapvida inaugurou nesta terça-feira (23) seu novo CPC (Centro de Pesquisa Clínica), um espaço de excelência dedicado à inovação e ao desenvolvimento científico em saúde. O novo ambiente é oito vezes maior que o anterior e ocupa 444 m² no prédio do Qualivida Higienópolis, localizado na rua São Vicente de Paulo, 463, Santa Cecília, na capital paulista.

A ampliação é um marco para a atuação da Hapvida em pesquisa clínica. Com uma equipe de 25 profissionais, incluindo médicos, enfermeiros, coordenadores de pesquisa, farmacêuticos e médicos pesquisadores, o CPC foi projetado para aumentar sua capacidade operacional, realizar novas pesquisas e fortalecer parcerias com grandes players do setor.

“Esse crescimento nos posiciona de forma ímpar diante da indústria farmacêutica e reforça nosso compromisso com padrões internacionais de excelência científica. Queremos usar a pesquisa e seus resultados para democratizar a inovação, com impacto direto na vida de milhares de brasileiros”, afirma Rodrigo Sardenberg, diretor de Pesquisa Clínica da Hapvida.

Resultados

Os números evidenciam a trajetória de crescimento do CPC da Hapvida. Com meta de 1.400 pacientes a serem incluídos em novos estudos em 2026, até o momento mais de 1.000 já estão selecionados para as pesquisas, com uma taxa de retenção de 95,8%, índice que reflete a qualidade e o cuidado no manejo dos participantes, um diferencial relevante para os patrocinadores dos estudos.

Para auxiliar o processo de recrutamento, o centro conta com um time dividido em 3 camadas e utiliza uma plataforma própria de inteligência artificial que reduziu em 80% o tempo gasto na identificação de pacientes elegíveis, tornando o processo mais ágil e preciso.

No campo das publicações científicas, a meta para 2026 é de 20 artigos em revistas indexadas no PubMed, principal base de dados científicos internacionais. Até o fim de maio, 13 artigos já haviam sido publicados. Em 2025, foram 21 publicações, quando o objetivo eram 15.

A expectativa também é de que o novo espaço impacte a rede já consolidada pelo centro, que conta atualmente com 88 parceiros, entre instituições de pesquisa, projetos de RWE (Real World Evidence) e referenciamento de pacientes.

“A expansão vai gerar uma grande repercussão reputacional no mercado nacional. E estamos trabalhando para chegar também ao nível internacional, com novas parcerias que serão feitas ao longo do ano”, destaca Sardenberg.

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