O “arco e flecha” de Alexandre Coelho e a Dança das Cadeiras no mercado premium 

Por Blog do Corretor | Da Redação

Não é segredo para ninguém que este jornalista preza, acima de tudo, pela ética e pela proteção irrestrita de suas fontes. Já recebi informações valiosíssimas de figuras importantes do mercado. Às vezes conto com revoadas de passarinhos. Mas alguns poucos não abrem o bico. 

Entretanto, o mercado de saúde suplementar é um ecossistema onde o silêncio de uns é o combustível para as conversas de outros. E nos bastidores, meus amigos, fala-se. E fala-se muito. 

A missão de Alexandre Coelho, neste primeiro momento, é montar uma equipe comercial de craques, um verdadeiro dream team para o segmento premium da Hapvida. E ele já começou a mover suas peças no tabuleiro. A contratação de Jaqueline Kroquevichy, que havia trocado a CNU pela renomada Porto, é a prova irrefutável de que a proposta da NotreDame Saúde foi, no mínimo, irrecusável. A chegada de Jaqueline sinaliza a determinação férrea de Alexandre em formar um esquadrão de elite. 

Por isso mesmo, a concorrência que se cuide! 

As especulações que correm soltas (e que este blogueiro capta com seus radares sempre ligados) indicam que Coelho continua com seu arco e flecha a postos, mirando currículos de peso e com reputação ilibada. E o alvo parece ter um perfil bem definido: a preferência seria pela formação de um time essencialmente feminino. 

E é aqui que a fofoca ganha contornos de novela. Conta-se – e friso, é pura especulação de bastidor – que até mesmo Karen Costa, com passagem marcante pelo GNDI e atualmente na SulAmérica, poderia ser sondada pelo astuto Coelho. Seria, portanto, um retorno de Karen ao Grupo. Não fomos bater à porta do diretor para confirmar (ou negar) o boato, pois, em que pese a boa relação deste escriba com aquele pomposo passarinho, daquele bico não sai um piu, quando se trata de um assunto que exige confidencialidade. Conheço-o bem. 

Mas o canal de vendas não perdoa e os rumores não param por aí. Há outra executiva, cuja fisionomia remete às gélidas terras nórdicas, que também estaria na mira do novo “caçador” do mercado. O detalhe? A moça é o braço direito de seu atual diretor, o que exigiria de Coelho um esforço hercúleo, e argumentos muito persuasivos, para tirá-la de seu posto atual. 

O que sabemos com certeza é que Alexandre Coelho não tem pressa. Fazendo jus ao nome que carrega, ele segue traçando sua estratégia, mapeando o terreno e conquistando “territórios” com a paciência de quem sabe exatamente aonde quer chegar. 

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