Gestores que integravam equipe de Núria Ceolly deixam a Supermed e migram em bloco ao encontro da líder 

Por Blog do Corretor | Da Redação

SÃO PAULO – Quatro executivos que compunham a equipe comercial da Supermed sob o comando de Núria pediram demissão em bloco e trocaram a administradora pela operadora Hapvida, braço do mesmo conglomerado que engloba a NotreDame no projeto de expansão comercial. De acordo com o Passarinho, Lucas Amorim, Paulo Henrique Cabrera, Talita Ciriaco e Thamiris Mayara eram parte do núcleo de alta sinergia e que o Blog havia identificado como provável carga voadeira. O bípede emplumado, que nunca erra o ramo, registrou. Mesmo sentindo-se Super, os quatro enxergaram no novo desafio uma janela de crescimento que uma operadora gigante em expansão oferece e que uma administradora, por mais sólida que seja, simplesmente não consegue igualar. 

Aqui cabe uma observação que não é especulação, é leitura de mercado. Quando uma gerente comercial de alto desempenho migra e leva junto quatro peças-chave de sua equipe, não estamos diante de meras coincidências de carreira. Estamos diante de transferência de capital relacional; contatos, metodologia de abordagem, roteiros de negociação e, acima de tudo, a sintonia de um time que se entende pelo olhar. A Núria não levou quatro currículos. Levou uma máquina comercial que já funciona engrenada. Para a NotreDame/Hapvida, isso é ativo imobilizado que não aparece no balanço. Para a Supermed, é buraco no organograma que não se preenche com anúncio no LinkedIn. 

O mercado agora acompanha dois movimentos paralelos. O primeiro, como a Supermed recomporá uma equipe comercial desfalcada de liderança e de execução simultaneamente, num segmento onde a guerra por talentos comerciais está sempre acirrada. O segundo, se a trinca de gerentes femininas na NotreDame Saúde, agora reforçada com a chegada do bando da Núria, vai se traduzir em ganho real. O bípede emplumado, como sempre, continuará de tocaia. E a Dança das Cadeiras, como toda boa coluna de bastidores, não fecha capítulo; apenas marca o compasso de espera para o próximo movimento. 

O Passarinho não dorme. A redação tampouco. Se você tem um movimento para contar, o Poleiro está aberto. A discrição é a regra. 

O que você achou disso?

Clique nas estrelas

Média da classificação 5 / 5. Número de votos: 1

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este post.

Compartilhar

Facebook
LinkedIn
Email