Cresce atuação de médicos empreendedores no segmento de saúde em domicílio

O Crescimento do Home Care e o Empreendedorismo Médico diante do Envelhecimento Populacional

Por ACG Home Care

SÃO PAULO – A ACG Home Care, rede de franquias de saúde especializada em cuidado, atenção e internação em domicílio, vem registrando um crescimento expressivo no número de médicos empreendedores que decidiram se tornar franqueados nos últimos dois anos. Em celebração ao Dia do Médico, comemorado em 18 de outubro, a empresa reforça que o setor de saúde domiciliar representa uma excelente oportunidade para que esses profissionais ampliem sua atuação no mercado, contribuindo diretamente para a assistência da população ao oferecer um atendimento humanizado e focado no ambiente familiar do paciente.

Essa alta na procura por serviços de home care reflete transformações estruturais na sociedade e na medicina, impulsionadas pela rápida expansão da população idosa, pelo aumento na prevalência de doenças crônicas e pela forte necessidade de continuidade dos cuidados terapêuticos após as altas hospitalares. Diante desse cenário complexo, o médico que possui um perfil voltado ao empreendedorismo encontra um terreno fértil para participar da implantação e da gestão de unidades de atendimento, conseguindo associar o seu indispensável conhecimento técnico da área assistencial à administração estratégica do negócio.

Para compreender a dimensão real do crescimento da população com 60 anos ou mais no Brasil, os dados oficiais servem como um importante termômetro. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, realizada pelo IBGE a partir de entrevistas em 168 mil residências em 2025, constatou que os idosos já representavam 16,6% do total de habitantes do país. Esse índice demonstra uma curva de crescimento consistente quando comparado ao ano de 2022, quando a mesma pesquisa apontava que a população idosa correspondia a 15,8% do total. Em contrapartida, o levantamento evidenciou o encolhimento da base jovem da sociedade: a população com menos de 30 anos reduziu de 49,9%, em 2021, para 41,4% em 2025. Esses indicadores comprovam de forma clara que os brasileiros estão vivendo mais, resultando no estreitamento da base da pirâmide etária e no alargamento do seu topo.

Essas projeções de envelhecimento também encontram forte eco no Censo Demográfico do IBGE. O levantamento oficial registrou que, em 2022, o Brasil já contava com 32,1 milhões de pessoas na faixa dos 60 anos ou mais, o equivalente aos mesmos 15,8% da população total da época. O salto é impressionante quando confrontado com o Censo de 2010, período no qual o país contabilizava apenas 20,6 milhões de idosos, o que representava 10,8% dos habitantes. Por fim, a análise do IBGE detalhou a distribuição geográfica desse público pelas regiões do território nacional, apontando que o Sul e o Sudeste lideravam em termos proporcionais em 2022, apresentando o maior volume de idosos, com 17,6% da população de cada uma dessas duas regiões composta por pessoas com 60 anos ou mais.

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