Por Emmanuel Ramos de Castro | Da Redação
Uma grande corretora que, embora influente, não integra a ilustre Dinastia dos Burbons, voltou a frequentar as rodas sussurradas do mercado paulistano.
Corre, de boca miúda, um burburinho sobre uma espécie de “guerra fria” envolvendo essa corretora e uma concorrente filha adotiva de São Paulo, que se apresenta como local, mas não carrega certidão de nascimento paulistana.
No meio desse fogo cruzado estaria, segundo um passarinho, uma supervisora que teria deslizado feio no campo minado da LGPD.
A fagulha que teria acionado o primeiro míssil surgiu quando a tal supervisora, que já havia servido nas fileiras da corretora que não pertence à Dinastia dos Burbons, migrou para a concorrente “quase” paulistana, levando consigo, supostamente, lembranças demais da antiga trincheira.
Temendo que dados valiosos de seus clientes fossem parar em mãos rivais, a corretora sem laços bubônicos adotou uma tática de guerra iraniana: paciência, precisão e método.
Sentindo-se traído, conta-se que o homenzarrão, calculista, teria disparado um drone contendo uma Carta Extrajudicial na direção da supervisora, acusando-a de fazer uso indevido da base da antiga casa agora a serviço da concorrência.
O impacto foi explosivo(!)
A moça, prevendo que outros drones, seguidos de mísseis, agora hipersônicos, poderiam vir em sua direção, tratou de pedir demissão da corretora não genuinamente paulistana antes que o conflito escalasse e envolvesse aliados.
Foi declarado um cessar fogo e a paz voltou a reinar.
Até o próximo ataque!


