ABRAPAVAA realiza maior congresso do Brasil sobre gerenciamento de crises aéreas – Dancor Corretora marcou preseça

Por Dancor | VTN Comunicação

RIO DE JANEIRO – O Congresso Brasileiro sobre Gerenciamento de Crise e Assistência aos Familiares e Vítimas em Eventos Traumáticos, promovido pela ABRAPAVAA, é o principal evento do país nessa área. Ele reúne especialistas, autoridades, equipes de emergência, juristas, profissionais da aviação e instituições de linha de frente, com foco no cuidado às vítimas de acidentes e na evolução dos protocolos de segurança.

Realizado nos dias 18 e 19 de março, o encontro atraiu mais de 250 participantes, incluindo familiares de vítimas, o presidente da Embraer, Francisco Gomes Neto, CEOs de grandes companhias aéreas, escritórios de advocacia especializados e representantes de seguradoras atuantes nesse ramo.

Dancor em destaque
Daniel Fraga, CEO da Dancor Corretora e parceira da ABRAPAVAA, enfatizou o caráter estratégico do evento. “Ele reforça o engajamento de toda a cadeia da aviação na prevenção de acidentes e no suporte eficiente em sinistros”, comentou.

Fraga integrou o painel “Mercado Segurador – Enfrentando Cenários Complexos – Reparação”, onde defendeu a proteção financeira do setor. “É vital adotar o seguro de responsabilidade civil complementar para aeronaves, que transfere danos a terceiros para a seguradora, preservando o patrimônio da empresa e de seus acionistas”, explicou.

Para ele, o seguro assegura a continuidade operacional. A Dancor ilustra o desafio: em 2025, lidou com 18 sinistros, dos quais 12 com vítimas fatais. Ainda assim, menos da metade das aeronaves brasileiras conta com essa cobertura complementar. Fraga alerta: “Sem ela, o ‘luto do sinistro’ vira catástrofe financeira, com indenizações que podem liquidar reservas ou bens pessoais do operador”.

O corretor de seguros surge como peça-chave. “Ele deve propagar a transferência de risco, blindando o segurado via apólice”, concluiu.

Alerta nos números – O Cenipa registra 152 acidentes aéreos em 2025 (com 37 fatais) e, em 2026 até agora, 43 ocorrências – 38 só em janeiro e fevereiro –, ou seja, um a cada dois dias. Esse quadro exige especialização e maior adesão ao seguro para sustentar a aviação nacional.

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