Por Blog do Corretor | Da Redação
SÃO PAULO – Quarta-feira (19), Club Homs, Av. Paulista. A Hapvida transformou o fechamento do 2º trimestre da Conquista Premiada Hapvida, numa noite de reconhecimento e celebração. Salão lotado, parceiros de todo o País e, no comando do palco, Jadeílson Souza, o Jajá, diretor comercial nacional. Jajá é um homem de púlpito, no sentido mais literal; forjado nas igrejas protestantes onde congregou por anos, ele discursa, gesticula, percorre o palco de um lado para o outro como se vendesse plano de saúde com a mesma fé com que se prega salvação. E, de certa forma, é o que ele faz. Fala de determinação, resiliência, técnica de venda, como se o corretor bem-sucedido fosse a prova viva de que a dignidade se mede pelo resultado. Com Jajá no palco ninguém cochila. Jajá tem o dom de transformar uma convenção de vendas em algo que lembra um despertar. A sociedade só gosta de estar perto de vencedores, e ele trabalha para que seu próprio exemplo seja o combustível.
O palco logo ganhou outro maestro. Alexandre Coelho subiu para apresentar, agora fisicamente, seu time, formado em sua grande maioria por mulheres. A disposição da equipe no palco remetia a uma orquestra cujo regente poderia ter estudado na escola de Jajá. Alexandre carrega uma experiência extraordinária e, junto dela, um talento nato para ler pessoas, o tipo de coisa que não se ensina em treinamento corporativo. Mas o que mais chamou atenção nesta edição do Conquista Premiada foi quem não marcou presença, os membros da família Pinheiro. Preferiram entregar o comando da “aeronave” aos copilotos, e o gesto fala volumes. Quando os donos se ausentam do palco e a máquina continua a pleno vapor, é porque ela está calibrada. Eles sabem que está em boas mãos.

E se a família Pinheiro entregou o manche, é porque há mãos robustas para segurá-lo. Mãos como as de Gian Luchesi e André Lopes, velhos conhecidos do canal de vendas que integram o cast da Hapvida e carregam consigo aquilo que o mercado reconhece de longe: experiência de campo, capacidade de relacionamento e o faro afiado para o negócio. São nomes que dispensam apresentação entre corretores, mas que, numa noite de palco e placa, ganham projeção que só o evento presencial consegue dar.

O vice-presidente comercial Alain Benvenuti, que assumiu o cargo na diretoria executiva da companhia com o objetivo estratégico de liderar as frentes de vendas e retenção de clientes, foi convidado ao palco pelo próprio Jajá. Trouxe uma mensagem carregada de otimismo sobre a nova fase da Hapvida, aquela que começou depois da virada de chave. “Satisfação em contar com a sua presença em nosso evento. Muito obrigado por estar aqui”, disse Benvenuti, depois que Jajá me apresentou como o Blog do Corretor. Um gesto simples, mas que diz muito sobre como a companhia está se relacionando com quem cobre o mercado. Fabiana Boaventura, gerente comercial, ocupou o palco pelo tempo necessário para apresentar parceiros de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Santa Catarina, Rio… Foi denso. Necessariamente denso, porque a Hapvida quis reconhecer todos, do Bronze ao Ouro, Diamante, Safira…

E falando em Safira, uma corretora do Alto Tietê roubou a cena. A DP White, que subestimada por alguns poderia merecer um Alumínio, surpreendeu ao receber a pesada placa Safira. “Somos a primeira vez Safira, isso nós devemos à nossa dedicada equipe, aos corretores, aos gestores que nos atendem e à Hapvida. Não dá para celebrar sem lembrar que tudo isso é resultado dos esforços de equipes. É muito bom vender Hapvida“, disse Giva ao ser abordado pelo Blog. O sócio-fundador da DP White estava radiante como quem segura a estatueta do Oscar. Indaguei, então, por que, para ele, é tão bom vender Hapvida. O marido da Valéria não economizou nos argumentos: “O plano é acessível, entrega esse atendimento proposto e ainda tem uma campanha de incentivo que motiva vendedores, supervisores, gerentes. Consegue remunerar muito bem toda a cadeia. Então é um bom negócio vender Hapvida,” concluiu.

Pois é. Um evento de vendas pode parecer só festa e placa, mas quando uma operadora consegue lotar o Homs, ausentar a família controladora sem que nada manque, apresentar um novo vice-presidente com discurso de virada e ainda surpreender com a ascensão de uma corretora regional ao topo, não estamos diante de uma convenção. Estamos diante de uma operação que parece ter aprendido que vender plano de saúde é, antes de tudo, vender confiança. E confiança, ao contrário de placa de Safira, não se compra. Se constrói.










