A exposição contou com a presença de parceiros comerciais do canal de vendas
Por Blog do Corretor | Da Redação
SÃO PAULO – Há uma ironia deliciosa no fato de que Maely Coelho, aos 70 anos, seja o nome por trás do patrocínio da exposição “Rembrandt, o mestre da luz e das sombras”. Não porque o gestor de saúde não tenha fôlego para *mecenato. Mas porque Maely, antes de presidir a MedSênior e transformar o conceito de atendimento ao público 49+ no Brasil, era literalmente um pintor de placas.
Maely pintou letreiros comerciais para sobreviver, e hoje financia a circulação de gravuras de um dos maiores nomes da história da arte ocidental. O claroscuro de Rembrandt, aquela técnica de fazer a luz emergir da escuridão, ganha uma dimensão quase biográfica quando o patrocinador da exposição viveu exatamente isso. Saiu da sombra para a luz.
O que chama atenção no patrocínio desta exposição, porém, é o cruzamento entre o nome do patrocinador e o tema da mostra. Rembrandt, na maturidade, produziu algumas de suas obras mais profundas com uma economia de recursos que muitos críticos atribuem não a escassez, mas a escolha.
Do ponto de vista estratégico, o gesto tem leitura dupla. Há estudos que associam engajamento cultural a melhores indicadores cognitivos em idosos, o que abriria espaço para uma razão eloquente de que patrocínio de arte é, na verdade, extensão do programa de prevenção da MedSênior.
Durante o coquetel de lançamento da exposição ocorrido nesta terça-feira (28), o presidente da MedSêcior e o vice-presidente comercial, Rafael Maganete, concederam uma breve entrevista ao Blog do Corretor. Gravada para o nosso canal no Instagram, a entrevista irá ao ar após uma cuidadosa edição.
Serviço:
Exposição: “Rembrandt: o mestre da LUZ e da SOMBRA”
Espaço: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – São Paulo-SP
Datas: De 29 de julho a 27 de setembro de 2026
Funcionamento: terça a domingo, das 9h às 18h
Entrada gratuita.
*Mecenato é a prática de financiar e apoiar a produção de arte, cultura e ciência, feita por pessoas ricas ou governos. A palavra vem de Caio Mecenas, um rico conselheiro romano que ajudava poetas antigos.










